Lição 3 - A queda em pecado - 11 a 18 de outubro - Parte 1
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Lição 3 - A queda em pecado - 11 a 18 de outubro - Parte 1
Sábado à tarde Ano Bíblico: Mt 21–23
Verso para Memorizar: “Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” Romanos 7:24.
Leituras da semana: Gn 1-3; Rm 3:9-18; 5:10-21; 6:16; 2Pe 2:19
Pensamento-chave: Examinar a queda e os terríveis resultados que ela trouxe à humanidade.
Quando é usada para designar a perda da liberdade humana provocada pelo pecado de Adão e Eva, a palavra queda traz o sentido de que o pecado nos rebaixou de um nível para outro – neste caso, de uma elevada condição moral e espiritual para outra de corrupção, opressão e escravidão.
Embora não seja revelada muita coisa sobre a queda no Éden, temos suficientes informações bíblicas para entender que algo prejudicou não apenas a natureza humana, mas até mesmo o planeta em si. O resultado dessa queda não é encorajador. De fato, seria desesperador, não fosse pela promessa da expiação em nosso favor por meio de Cristo. Mas ainda precisamos ver o que nos aconteceu, porque, só quando nos vemos como realmente somos, a glória da cruz pode nos alcançar em sua beleza de salvação e poder.
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Domingo Ano Bíblico: Mt 24–26
Rebelião no jardim
1. Que evidência bíblica de Gênesis 1–3 apóia a idéia de que Adão e Eva se rebelaram contra Deus? (Veja, por exemplo, Gn 2:16, 17; 3:2, 3, 6.)
A palavra rebelião não é usada em Gênesis 1–3 para descrever o pecado de Adão e Eva, mas a idéia está presente. Eles não só violaram abertamente um mandamento divino, mas, no processo da desobediência, trocaram sua lealdade. Eva ouviu o raciocínio do inimigo e achou que era mais confiável que a palavra explícita de Deus. Ela concluiu que o mandamento divino era muito restritivo, e que, a fim de alcançar seu potencial mais elevado, tinha que declarar independência de seu Criador. Isso foi rebelião. Adão ouviu a voz de sua esposa, de preferência à voz de Deus, e se uniu a ela na rebelião.
2. Quais foram alguns dos resultados imediatos do pecado, especialmente quando são entendidos como rebelião contra Deus? Is 59:2; compare com Gn 3:23, 24.
A rebelião de Adão e Eva encerrou o relacionamento íntimo que eles haviam desfrutado com Deus. A natureza de sua rebelião foi tal que rompeu a sua maneira de se relacionar não só com Deus mas também um com o outro. Em vez do mútuo amor e compromisso, sua rebelião contra Deus resultou em vergonha mútua (Gn 3:7). Seu relacionamento interpessoal não era mais harmonioso (v. 12). Essa rebelião resultou, acima de tudo, na separação de Deus e na percepção de que Deus era alguém a quem temer, alguém de quem eles precisavam se esconder (vs. 8-10). Deus e os seres humanos não estavam mais unidos em amor e harmonia. O que era necessário era um ato de reconciliação.
Qual foi sua experiência com o pecado e com o efeito sobre seu relacionamento com Deus e com os outros? Como você pode ver em sua experiência os mesmos princípios analisados em Gênesis?
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Segunda Ano Bíblico: Mt 27 e 28
Escravos do pecado
3. De acordo com 2 Pedro 2:19 e Romanos 6:16, o que o pecado faz aos pecadores?
A fim de ilustrar o poder devastador do pecado, às vezes, Paulo o personifica como um tirano. “Por um só homem entrou o pecado no mundo” (Rm 5:12), reina sobre os seres humanos na morte (Rm 5:21; 6:12), engana (Rm 7:11), habita nos seres humanos (v. 17), escraviza (Rm 6:20) e causa a morte (Rm 7:13). O pecado de Adão e Eva foi singular no sentido de que resultou na sujeição de tudo ao seu poder corruptor. Satanás se tornou o príncipe deste mundo (Jo 12:31; 14:30). Na busca de autonomia, Adão e Eva trocaram o senhorio de Deus pelo senhorio escravizante e corruptor de Satanás. O pecado se tornou um poder universal do qual não puderam escapar sem ajuda (Rm 5:12).
4. De acordo com Romanos 3:9-18, qual é a verdadeira situação da humanidade sob o reinado do pecado?
Paulo também ensina que a queda de Adão e Eva colocou o mundo natural sob o poder do pecado: “Pois ela foi submetida à inutilidade, não pela sua própria escolha, mas por causa da vontade daquele que a sujeitou” (Rm 8:20, NVI). O poder danoso e corruptor do pecado alcançou a criação de Deus neste planeta. O verbo sujeitar indica que a natureza está sob a autoridade de algum poder que usurpou sua verdadeira beleza e seu significado. Este foi o resultado, não de sua própria ação, mas de alguma outra coisa: a entrada do pecado (Rm 5:12). A natureza está agora “sujeita à inutilidade”. A palavra inutilidade designa aqui frustração e vazio. Essa palavra é usada em Efésios 4:17 para descrever não a natureza, mas os indivíduos que, à parte de Cristo, vivem “na inutilidade de seus pensamentos” (NVI).
A lição é que a natureza, como também os seres humanos, existem em uma condição corrompida por causa do pecado. Era necessária a manifestação de um poder externo à existência humana e externo à própria natureza, com a capacidade de redimir o mundo caído. Isso aconteceria por meio de Cristo.
Tente imaginar como seria este mundo se não fosse caído. Como seria diferente? Quão diferente seria nossa vida? O que essa diferença deve lhe dizer sobre a real devastação do poder do pecado?
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Terça Ano Bíblico: Mc 1–3
Morte espiritual
O pecado prejudicou a vida interior dos seres humanos. Os valores morais e espirituais que governavam sobre o Universo de Deus não mais governam o coração humano natural. Os seres humanos sabem que existe algo errado com eles e desejam algo melhor. Às vezes, tentam fazer o que é bom e correto só para descobrir que “a mentalidade do homem pecador é a morte. ... A mente pecaminosa é hostil a Deus. Não se submete à lei de Deus, nem pode fazê-lo” (Rm 8:6, 7, NIV).
Moral e espiritualmente, a natureza humana é fraca. Os seres humanos não podem resistir ao poder do pecado e, como resultado, onde quer que exista um ser humano existe pecado e maldade. O fenômeno é tão universal que “não há justo, nem um sequer” (Rm 3:10). pecado é a condição da natureza humana alienada de Deus. Por causa da queda, “o coração [humano] é mais enganoso que qualquer outra coisa e sua doença é incurável. Quem é capaz de compreendê-lo?” (Jr 17:9, NVI). O “coração”, considerado na Bíblia como o centro da vontade e do intelecto do ser humano, agora é definido como essencialmente enganoso, traiçoeiro, e em si mesmo indigno de confiança.
Os seres humanos são quase incapazes de compreender completamente as complexidades de seu ser interior e, sem ajuda, são impossibilitados de viver de modo digno (Ec 9:3). Vivem em conflito com as profundezas de seu ser, cheios de medo e solidão, lutando contra si mesmos para fazer o que é correto, mas descobrindo freqüentemente que não podem fazer assim (Gl 5:17). Eles são completamente impossibilitados de compreender a si próprios e o mundo em que existem. Assim, vivem nas trevas com respeito a Deus (Rm 1:21-25). Essa corrupção e estupor interior se expressa em atos pecaminosos contra si mesmos, contra os outros e contra Deus (Mt 15:19).
O poder corruptor do pecado não conhece limites. Só Deus pode fixar limites à sua influência corruptora e, finalmente, erradicá-lo do Universo. Se, depois da queda, ainda restou algo bom no planeta, foi porque Deus não permitiu que Satanás tomasse todo o controle. Ele disse à mulher, representando a raça humana, e à serpente, expressão dos poderes do mal: “Porei inimizade entre ti e a mulher” (Gn 3:15). Eles não deveriam coexistir pacificamente, um controlando totalmente o outro. Foi preservado um elemento de liberdade para os seres humanos. Se o desejassem, eles poderiam odiar o mal e escolher a vida. A decisão divina de intervir nos projetos humanos possibilitou limitar o poder corruptor do pecado.
Os seres humanos precisam de uma saída da situação terrível provocada pelo pecado.
Veja acima os versos mencionados na lição de hoje. Como esses textos devem lhe ajudar a entender melhor sua necessidade de um Salvador?
Verso para Memorizar: “Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” Romanos 7:24.
Leituras da semana: Gn 1-3; Rm 3:9-18; 5:10-21; 6:16; 2Pe 2:19
Pensamento-chave: Examinar a queda e os terríveis resultados que ela trouxe à humanidade.
Quando é usada para designar a perda da liberdade humana provocada pelo pecado de Adão e Eva, a palavra queda traz o sentido de que o pecado nos rebaixou de um nível para outro – neste caso, de uma elevada condição moral e espiritual para outra de corrupção, opressão e escravidão.
Embora não seja revelada muita coisa sobre a queda no Éden, temos suficientes informações bíblicas para entender que algo prejudicou não apenas a natureza humana, mas até mesmo o planeta em si. O resultado dessa queda não é encorajador. De fato, seria desesperador, não fosse pela promessa da expiação em nosso favor por meio de Cristo. Mas ainda precisamos ver o que nos aconteceu, porque, só quando nos vemos como realmente somos, a glória da cruz pode nos alcançar em sua beleza de salvação e poder.
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Domingo Ano Bíblico: Mt 24–26
Rebelião no jardim
1. Que evidência bíblica de Gênesis 1–3 apóia a idéia de que Adão e Eva se rebelaram contra Deus? (Veja, por exemplo, Gn 2:16, 17; 3:2, 3, 6.)
A palavra rebelião não é usada em Gênesis 1–3 para descrever o pecado de Adão e Eva, mas a idéia está presente. Eles não só violaram abertamente um mandamento divino, mas, no processo da desobediência, trocaram sua lealdade. Eva ouviu o raciocínio do inimigo e achou que era mais confiável que a palavra explícita de Deus. Ela concluiu que o mandamento divino era muito restritivo, e que, a fim de alcançar seu potencial mais elevado, tinha que declarar independência de seu Criador. Isso foi rebelião. Adão ouviu a voz de sua esposa, de preferência à voz de Deus, e se uniu a ela na rebelião.
2. Quais foram alguns dos resultados imediatos do pecado, especialmente quando são entendidos como rebelião contra Deus? Is 59:2; compare com Gn 3:23, 24.
A rebelião de Adão e Eva encerrou o relacionamento íntimo que eles haviam desfrutado com Deus. A natureza de sua rebelião foi tal que rompeu a sua maneira de se relacionar não só com Deus mas também um com o outro. Em vez do mútuo amor e compromisso, sua rebelião contra Deus resultou em vergonha mútua (Gn 3:7). Seu relacionamento interpessoal não era mais harmonioso (v. 12). Essa rebelião resultou, acima de tudo, na separação de Deus e na percepção de que Deus era alguém a quem temer, alguém de quem eles precisavam se esconder (vs. 8-10). Deus e os seres humanos não estavam mais unidos em amor e harmonia. O que era necessário era um ato de reconciliação.
Qual foi sua experiência com o pecado e com o efeito sobre seu relacionamento com Deus e com os outros? Como você pode ver em sua experiência os mesmos princípios analisados em Gênesis?
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Segunda Ano Bíblico: Mt 27 e 28
Escravos do pecado
3. De acordo com 2 Pedro 2:19 e Romanos 6:16, o que o pecado faz aos pecadores?
A fim de ilustrar o poder devastador do pecado, às vezes, Paulo o personifica como um tirano. “Por um só homem entrou o pecado no mundo” (Rm 5:12), reina sobre os seres humanos na morte (Rm 5:21; 6:12), engana (Rm 7:11), habita nos seres humanos (v. 17), escraviza (Rm 6:20) e causa a morte (Rm 7:13). O pecado de Adão e Eva foi singular no sentido de que resultou na sujeição de tudo ao seu poder corruptor. Satanás se tornou o príncipe deste mundo (Jo 12:31; 14:30). Na busca de autonomia, Adão e Eva trocaram o senhorio de Deus pelo senhorio escravizante e corruptor de Satanás. O pecado se tornou um poder universal do qual não puderam escapar sem ajuda (Rm 5:12).
4. De acordo com Romanos 3:9-18, qual é a verdadeira situação da humanidade sob o reinado do pecado?
Paulo também ensina que a queda de Adão e Eva colocou o mundo natural sob o poder do pecado: “Pois ela foi submetida à inutilidade, não pela sua própria escolha, mas por causa da vontade daquele que a sujeitou” (Rm 8:20, NVI). O poder danoso e corruptor do pecado alcançou a criação de Deus neste planeta. O verbo sujeitar indica que a natureza está sob a autoridade de algum poder que usurpou sua verdadeira beleza e seu significado. Este foi o resultado, não de sua própria ação, mas de alguma outra coisa: a entrada do pecado (Rm 5:12). A natureza está agora “sujeita à inutilidade”. A palavra inutilidade designa aqui frustração e vazio. Essa palavra é usada em Efésios 4:17 para descrever não a natureza, mas os indivíduos que, à parte de Cristo, vivem “na inutilidade de seus pensamentos” (NVI).
A lição é que a natureza, como também os seres humanos, existem em uma condição corrompida por causa do pecado. Era necessária a manifestação de um poder externo à existência humana e externo à própria natureza, com a capacidade de redimir o mundo caído. Isso aconteceria por meio de Cristo.
Tente imaginar como seria este mundo se não fosse caído. Como seria diferente? Quão diferente seria nossa vida? O que essa diferença deve lhe dizer sobre a real devastação do poder do pecado?
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Terça Ano Bíblico: Mc 1–3
Morte espiritual
O pecado prejudicou a vida interior dos seres humanos. Os valores morais e espirituais que governavam sobre o Universo de Deus não mais governam o coração humano natural. Os seres humanos sabem que existe algo errado com eles e desejam algo melhor. Às vezes, tentam fazer o que é bom e correto só para descobrir que “a mentalidade do homem pecador é a morte. ... A mente pecaminosa é hostil a Deus. Não se submete à lei de Deus, nem pode fazê-lo” (Rm 8:6, 7, NIV).
Moral e espiritualmente, a natureza humana é fraca. Os seres humanos não podem resistir ao poder do pecado e, como resultado, onde quer que exista um ser humano existe pecado e maldade. O fenômeno é tão universal que “não há justo, nem um sequer” (Rm 3:10). pecado é a condição da natureza humana alienada de Deus. Por causa da queda, “o coração [humano] é mais enganoso que qualquer outra coisa e sua doença é incurável. Quem é capaz de compreendê-lo?” (Jr 17:9, NVI). O “coração”, considerado na Bíblia como o centro da vontade e do intelecto do ser humano, agora é definido como essencialmente enganoso, traiçoeiro, e em si mesmo indigno de confiança.
Os seres humanos são quase incapazes de compreender completamente as complexidades de seu ser interior e, sem ajuda, são impossibilitados de viver de modo digno (Ec 9:3). Vivem em conflito com as profundezas de seu ser, cheios de medo e solidão, lutando contra si mesmos para fazer o que é correto, mas descobrindo freqüentemente que não podem fazer assim (Gl 5:17). Eles são completamente impossibilitados de compreender a si próprios e o mundo em que existem. Assim, vivem nas trevas com respeito a Deus (Rm 1:21-25). Essa corrupção e estupor interior se expressa em atos pecaminosos contra si mesmos, contra os outros e contra Deus (Mt 15:19).
O poder corruptor do pecado não conhece limites. Só Deus pode fixar limites à sua influência corruptora e, finalmente, erradicá-lo do Universo. Se, depois da queda, ainda restou algo bom no planeta, foi porque Deus não permitiu que Satanás tomasse todo o controle. Ele disse à mulher, representando a raça humana, e à serpente, expressão dos poderes do mal: “Porei inimizade entre ti e a mulher” (Gn 3:15). Eles não deveriam coexistir pacificamente, um controlando totalmente o outro. Foi preservado um elemento de liberdade para os seres humanos. Se o desejassem, eles poderiam odiar o mal e escolher a vida. A decisão divina de intervir nos projetos humanos possibilitou limitar o poder corruptor do pecado.
Os seres humanos precisam de uma saída da situação terrível provocada pelo pecado.
Veja acima os versos mencionados na lição de hoje. Como esses textos devem lhe ajudar a entender melhor sua necessidade de um Salvador?
kikeribeiro- Mensagens: 18
Data de inscrição: 06/10/2008
Lição 3 - A queda em pecado - 11 a 18 de outubro - Parte 2
Quarta Ano Bíblico: Mc 4–6
Morte física e eterna
As palavras de Deus a Adão – “No dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gn 2:17, NIV) – indicam que a morte é o resultado da rebelião contra Deus. A morte e o pecado não podem estar separados. Essa morte não é só a espiritual; refere-se também à morte física e eterna dos pecadores. Por causa de sua conexão com o pecado, a morte não é um simples fenômeno biológico, mas uma terrível consciência de nossa eterna separação da fonte da vida – separação que leva à extinção eterna. Em todas as suas expressões, a morte é como o pecado, universal e inevitável (Rm 5:12; Hb 9:27). Com a entrada do pecado no mundo, a raça humana passou a ser uma espécie ameaçada de extinção do Universo. A criação de Deus no Planeta Terra, humana e não humana, estava a caminho da aniquilação.
5. Como a morte entrou no mundo? O que provocou isso? Qual é a nossa única saída? Rm 5:10-21
A morte e o sofrimento vieram ao mundo como resultado do pecado. Ninguém nascido e criado neste planeta escapa à dor e ao sofrimento. Podemos não ser capazes de expressar em palavras o que é o sofrimento, mas temos um profundo conhecimento experimental dele. Na Bíblia, parece haver uma conexão entre nossa condição como pecadores mortais e a dor e o sofrimento. A morte é tão poderosa que mesmo antes de passarmos por ela sentimos sua presença pela dor física, emocional e psicológica produzida pela doença, incerteza e medo. Como resultado, a qualidade da vida é debilitada e aparece a depressão.
O fenômeno da doença, outro resultado do pecado, é descrito como algo que nos leva “à beira da sepultura”, fazendo-nos ser “contado[s] entre os que descem à cova” (Sl 88:3, 4, NVI). A incursão da morte sobre a existência humana diária é parte do sofrimento humano diretamente associado ao fenômeno do pecado. Os seres humanos precisavam de Alguém que lhes pudesse dar vida morrendo em seu lugar, livrando-os não só do pecado mas da dor, do sofrimento e da morte.
O que você aprendeu pela sua própria experiência com a morte, enfrentando-a em sua própria família ou com outros de sua comunidade? Por que a morte mostra nosso absoluto desamparo? Como podemos usar a realidade da morte para nos aproximar mais do Senhor?
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Quinta Ano Bíblico: Mc 7–9
A reação de Deus ao pecado humano
6. Como o Senhor Se aproximou de Adão e Eva depois do pecado? Qual era o propósito das perguntas que Ele lhes fez? Gn 3:8-13
O Senhor Se aproximou deles a fim de avaliar – com eles – o crime que eles haviam cometido e julgá-los por isso. Por um processo de juízo, em que eram feitas perguntas e dadas respostas, Deus os estava levando a reconhecer que realmente eram culpados, e que sua rebelião era injustificada. O resultado foi a separação do Senhor, representada pela expulsão do Jardim do Éden.
7. Qual é a reação de Deus diante do pecado? Ef 5:6. Como devemos entender a idéia da ira de Deus?
Devemos manter em mente várias coisas quando falarmos da ira de Deus. Primeiro, a ira humana não é o modelo para entender Sua ira. Nossa ira é freqüentemente irracional e prejudicial. A ira de Deus não é afetada pelo pecado e seu principal objetivo é curar (Hb 12:6; Ap 20:15–21:1). Segundo, a ira de Deus contra o pecado humano testemunha que Ele nos leva a sério, que não nos ignora – mesmo quando nos rebelamos. O ato de ignorar as pessoas pode revelar desrespeito, até desinteresse. Ele reage ao nosso pecado, e assim fazendo, Deus nos diz que somos importantes para Ele. Terceiro, a ira não é um atributo permanente de Deus, mas Sua reação à presença irracional do pecado e do mal. Existe sempre uma razão para ela; o pecado provoca Sua ira (Dt 4:24, 25). Então, essa reação é momentânea, enquanto Seu amor dura para sempre (Is 54:
. Por causa do pecado, era necessário alguém que nos livrasse da ira vindoura” (1Ts 1:10).
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Sexta Ano Bíblico: Mc 10–12
Estudo adicional
Pecado e separação de Deus: “Cristo sabia que Adão, no Éden, com suas superiores vantagens, poderia ter resistido às tentações de Satanás, vencendo-o. Sabia também que não era possível ao homem, fora do Éden, separado, desde a queda, da luz e do amor de Deus, resistir em suas próprias forças às tentações de Satanás” (Ellen G. White, Maranata [Meditações Matinais, 1977], p. 222).
Pecado e falta de harmonia: “Na transgressão, Adão se tornou lei para si mesmo. Pela desobediência, ele foi posto sob escravidão. Assim, um elemento discordante, nascido do egoísmo, entrou na vida do homem. A vontade do homem e a de Deus não se harmonizavam. Adão havia se unido com as forças desleais, e a vontade própria passou a dominá-lo” (Ellen G. White, Signs of the Times, 13 de junho de 1900).
Pecado e a rebelião da natureza: “Entre os seres inferiores, Adão se achara como rei,... ; mas, transgredindo ele, foi despojado deste domínio. O espírito de rebelião a que ele próprio havia dado entrada, estendeu-se por toda a criação animal. Assim, não somente a vida do homem, mas a natureza dos animais, as árvores da floresta, a relva do campo, o próprio ar que ele respirava, tudo apresentava a triste lição da ciência do mal” (Ellen G. White, Educação, p. 26, 27).
Perguntas para consideração
É óbvio para quase qualquer pessoa que as coisas não estão certas em nosso mundo. Como cristãos, cremos que as coisas são assim por causa do pecado e da queda. Alguma pessoas, porém, não acreditam na idéia do pecado e da queda. Como eles explicam o estado do mundo? Quais são outras explicações que as pessoas dão? Como, por exemplo, um evolucionista explicaria nossa presente condição? Quais são essas outras posições, e como você lhes responderia?
Resumo: A queda foi um ato de rebelião contra Deus e resultou na morte espiritual, física e eterna dos pecadores. Visto que os resultados eram tão maus, algo drástico tinha que ser feito; de outro modo, não teríamos esperança. Como devemos ver, a cruz foi essa resposta drástica ao problema provocado pela queda.
Respostas sugestivas
Pergunta 1: Preferiram aceitar o que Satanás dizia contra Deus, mesmo com engodo, a crer no que Deus lhes dissera com tanto amor.
Pergunta 2: Separação, ruptura na comunicação face a face.
Pergunta 3: Escraviza.
Pergunta 4: Extraviados, inúteis, maus, enganadores, destruidores e miseráveis.
Pergunta 5: A morte veio ao mundo por causa do pecado. A única saída é a reconciliação com Deus, oferecida por Jesus Cristo.
Pergunta 6: Formulando perguntas para levá-los à reflexão.
Pergunta 7: Ira contra o pecado e contra os que o cometem. Deus Se ira contra o pecado porque este prejudica aqueles que o cometem e os que são afetados por ele.
Morte física e eterna
As palavras de Deus a Adão – “No dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gn 2:17, NIV) – indicam que a morte é o resultado da rebelião contra Deus. A morte e o pecado não podem estar separados. Essa morte não é só a espiritual; refere-se também à morte física e eterna dos pecadores. Por causa de sua conexão com o pecado, a morte não é um simples fenômeno biológico, mas uma terrível consciência de nossa eterna separação da fonte da vida – separação que leva à extinção eterna. Em todas as suas expressões, a morte é como o pecado, universal e inevitável (Rm 5:12; Hb 9:27). Com a entrada do pecado no mundo, a raça humana passou a ser uma espécie ameaçada de extinção do Universo. A criação de Deus no Planeta Terra, humana e não humana, estava a caminho da aniquilação.
5. Como a morte entrou no mundo? O que provocou isso? Qual é a nossa única saída? Rm 5:10-21
A morte e o sofrimento vieram ao mundo como resultado do pecado. Ninguém nascido e criado neste planeta escapa à dor e ao sofrimento. Podemos não ser capazes de expressar em palavras o que é o sofrimento, mas temos um profundo conhecimento experimental dele. Na Bíblia, parece haver uma conexão entre nossa condição como pecadores mortais e a dor e o sofrimento. A morte é tão poderosa que mesmo antes de passarmos por ela sentimos sua presença pela dor física, emocional e psicológica produzida pela doença, incerteza e medo. Como resultado, a qualidade da vida é debilitada e aparece a depressão.
O fenômeno da doença, outro resultado do pecado, é descrito como algo que nos leva “à beira da sepultura”, fazendo-nos ser “contado[s] entre os que descem à cova” (Sl 88:3, 4, NVI). A incursão da morte sobre a existência humana diária é parte do sofrimento humano diretamente associado ao fenômeno do pecado. Os seres humanos precisavam de Alguém que lhes pudesse dar vida morrendo em seu lugar, livrando-os não só do pecado mas da dor, do sofrimento e da morte.
O que você aprendeu pela sua própria experiência com a morte, enfrentando-a em sua própria família ou com outros de sua comunidade? Por que a morte mostra nosso absoluto desamparo? Como podemos usar a realidade da morte para nos aproximar mais do Senhor?
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Quinta Ano Bíblico: Mc 7–9
A reação de Deus ao pecado humano
6. Como o Senhor Se aproximou de Adão e Eva depois do pecado? Qual era o propósito das perguntas que Ele lhes fez? Gn 3:8-13
O Senhor Se aproximou deles a fim de avaliar – com eles – o crime que eles haviam cometido e julgá-los por isso. Por um processo de juízo, em que eram feitas perguntas e dadas respostas, Deus os estava levando a reconhecer que realmente eram culpados, e que sua rebelião era injustificada. O resultado foi a separação do Senhor, representada pela expulsão do Jardim do Éden.
7. Qual é a reação de Deus diante do pecado? Ef 5:6. Como devemos entender a idéia da ira de Deus?
Devemos manter em mente várias coisas quando falarmos da ira de Deus. Primeiro, a ira humana não é o modelo para entender Sua ira. Nossa ira é freqüentemente irracional e prejudicial. A ira de Deus não é afetada pelo pecado e seu principal objetivo é curar (Hb 12:6; Ap 20:15–21:1). Segundo, a ira de Deus contra o pecado humano testemunha que Ele nos leva a sério, que não nos ignora – mesmo quando nos rebelamos. O ato de ignorar as pessoas pode revelar desrespeito, até desinteresse. Ele reage ao nosso pecado, e assim fazendo, Deus nos diz que somos importantes para Ele. Terceiro, a ira não é um atributo permanente de Deus, mas Sua reação à presença irracional do pecado e do mal. Existe sempre uma razão para ela; o pecado provoca Sua ira (Dt 4:24, 25). Então, essa reação é momentânea, enquanto Seu amor dura para sempre (Is 54:
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Sexta Ano Bíblico: Mc 10–12
Estudo adicional
Pecado e separação de Deus: “Cristo sabia que Adão, no Éden, com suas superiores vantagens, poderia ter resistido às tentações de Satanás, vencendo-o. Sabia também que não era possível ao homem, fora do Éden, separado, desde a queda, da luz e do amor de Deus, resistir em suas próprias forças às tentações de Satanás” (Ellen G. White, Maranata [Meditações Matinais, 1977], p. 222).
Pecado e falta de harmonia: “Na transgressão, Adão se tornou lei para si mesmo. Pela desobediência, ele foi posto sob escravidão. Assim, um elemento discordante, nascido do egoísmo, entrou na vida do homem. A vontade do homem e a de Deus não se harmonizavam. Adão havia se unido com as forças desleais, e a vontade própria passou a dominá-lo” (Ellen G. White, Signs of the Times, 13 de junho de 1900).
Pecado e a rebelião da natureza: “Entre os seres inferiores, Adão se achara como rei,... ; mas, transgredindo ele, foi despojado deste domínio. O espírito de rebelião a que ele próprio havia dado entrada, estendeu-se por toda a criação animal. Assim, não somente a vida do homem, mas a natureza dos animais, as árvores da floresta, a relva do campo, o próprio ar que ele respirava, tudo apresentava a triste lição da ciência do mal” (Ellen G. White, Educação, p. 26, 27).
Perguntas para consideração
É óbvio para quase qualquer pessoa que as coisas não estão certas em nosso mundo. Como cristãos, cremos que as coisas são assim por causa do pecado e da queda. Alguma pessoas, porém, não acreditam na idéia do pecado e da queda. Como eles explicam o estado do mundo? Quais são outras explicações que as pessoas dão? Como, por exemplo, um evolucionista explicaria nossa presente condição? Quais são essas outras posições, e como você lhes responderia?
Resumo: A queda foi um ato de rebelião contra Deus e resultou na morte espiritual, física e eterna dos pecadores. Visto que os resultados eram tão maus, algo drástico tinha que ser feito; de outro modo, não teríamos esperança. Como devemos ver, a cruz foi essa resposta drástica ao problema provocado pela queda.
Respostas sugestivas
Pergunta 1: Preferiram aceitar o que Satanás dizia contra Deus, mesmo com engodo, a crer no que Deus lhes dissera com tanto amor.
Pergunta 2: Separação, ruptura na comunicação face a face.
Pergunta 3: Escraviza.
Pergunta 4: Extraviados, inúteis, maus, enganadores, destruidores e miseráveis.
Pergunta 5: A morte veio ao mundo por causa do pecado. A única saída é a reconciliação com Deus, oferecida por Jesus Cristo.
Pergunta 6: Formulando perguntas para levá-los à reflexão.
Pergunta 7: Ira contra o pecado e contra os que o cometem. Deus Se ira contra o pecado porque este prejudica aqueles que o cometem e os que são afetados por ele.
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Vencendo o Pecado
Já nascemos pecadores, já nascemos separados de Deus pelo pecado, e a única maneira de nos livrarmos dele é alimentando nossa natureza cristã estudo da bíblia, oração, fé etc e não a natureza carnal(pecado). Ex: Não gosto de giló, mas sei que faz bem pra minha saúde, então como mesmo não gostando por que sei que faz bem pra mim, da mesma forma devemos fazer as coisas espirituais mesmo sem vontade, mesmo sem gostar, por que faz bem pra minha vida espiritual, ai vamos criando o habito e logo estaremos fazendo por amor a Jesus, por q atraves da prática estaremos conhecendo nosso Cristo e Ele nos ajudando e transformando nossa condição, nos tornamos então mais semelhantes a Jesus. 

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